quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Minhas lembranças


Hoje estava mechendo numa dessas caixas em que guardamos um monte de papéis, que muita vezes nem nos lembramos que existe.
Acabei encontrando um carta e nela o seguinte texto:

Trecho do livro: O HOMEM QUE CALCULAVA

"Ó Deus onipotente, Criador do Céu e da Terra, perdoa a pobreza, a pequenez, a puerilidade de nossos corações. Não escute as nossas palavras, mas sim os nossos gemidos inexpremíveis; não atendas ás nossas petições, mas ao clamor de nossas necessidades. Quantas vezes pedimos aquilo que possuímos e deixamos desaproveitado! Quantas vezes sonhamos possuir aquilo que nunca poderá ser nosso!
Ó Deus, nós te agradecemos por este mundo, nosso grande lar; por sua vastidão e riqueza, e pela vida multiforme que nele estamos e de que todos fazem parte.
Louvamos-te pelo esplendor do céu azul e pela brisa da tarde, e pelas nuvens rápidas e pelas constelações nas alturas. Louvamos-te pelos oceanos imensos, pela água corrente, pelas montanhas eternas, pelas árvores frondosas e pela relva macia em que nossos pés repousam. Nós te agradecemos os múltiplos encantos com que podemos sentir, em nossa alama, as belezas da Vida e do Amor!"
"Ó Deus, Clemente e Misericordioso, perdoa a pobreza, a pequenez, a puerilidade de nossos corações"

Amém!

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